segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Biografia Edguy!!


O Edguy é um grupo alemão que já tem anos de estrada e se tornou um dos principais expoentes do gênero em todo o mundo. Tudo começou quando o vocalista e baixista Tobias Sammet, ainda adolescente, decidiu montar uma banda e compôs suas primeiras canções.Ao lado dos guitarristas Jens Ludwig e Dirk Sauer e do baterista Dominik Storch, gravou algumas demos até que resolveu, em 1995, fazer um álbum completo, de maneira independente, intitulado “Savage Poetry”. A AFM Records percebeu o potencial do Edguy e assinou com o grupo. Imediatamente eles voltaram para o estúdio e, dois anos depois, saía “Kingdom Of Madness”, conhecido como o primeiro trabalho oficial.O lançamento teve boa repercussão na Europa e, após alguns shows e com um pouco mais de experiência, gravam “Vain Glory Opera”, em 1998. A primeira mudança na formação ocorreu nessa época, uma vez que as partes de bateria ficaram a cargo de Frank Lindenthal. Este álbum tornou o Edguy conhecido internacionalmente e rendeu a primeira grande turnê da carreira dos alemães.Já com Felix Bohnke assumindo definitivamente as baquetas, o Edguy solta outro inédito um ano mais tarde. Agora, entretanto, eles já eram um quinteto com a entrada do baixista Tobias Exxel. “Theater Of Salvation” manteve a banda entre as mais requisitadas da cena e, agora só cantando, Tobias Sammet já era tido como um dos melhores ‘frontmans’ do Metal.Os refrãos pegajosos e melodias marcantes já eram marcas registradas no som do Edguy e após excursões com grandes nomes como Hammerfall, Gamma Ray e a aparição em diversos festivais, o grupo já possuía uma verdadeira legião de fãs, até mesmo no Brasil.O público começou a pedir que o grupo relançasse então “Savage Poetry”, que havia tido uma tiragem de apenas mil cópias e era uma verdadeira raridade. A gravadora, porém, alegava que a qualidade de áudio não era suficientemente boa para comercializá-lo. A solução foi regravar faixa por faixa e, em 2000, eles colocaram nas lojas a nova versão do disco.O inédito “Mandrake” saiu em 2001 e, nesse mesmo ano, Tobias Sammet coloca no mercado o primeiro volume de seu mais novo projeto, o Avantasia. “The Metal Opera”, como foi intitulado, contou com várias participações especiais e o sucesso foi tanto que o próprio Edguy passou a tocar algumas músicas em seus shows.O público brasileiro conferiu isso de perto no início de 2002, quando eles fizeram sua primeira turnê pela América do Sul, com grande sucesso. Nessa mesma época Sammet soltou “The Metal Opera Part II”, mais uma vez pelo Avantasia.No ano seguinte o Edguy lança o primeiro ao vivo da carreira. Duplo, “Burning Down The Opera” foi gravado em Paris e mostrava todo o poder de fogo do quinteto nos palcos. E por falar em fogo, “Hellfire Club”, o próximo registro em estúdio, saiu em 2004. O álbum foi o primeiro a ser lançado pela Nuclear Blast Records e trouxe o Edguy pela segunda vez ao Brasil.No ano de 2005 foi lançado o EP “Superheroes” que contava com o produtor Sacha Paeth e apostava numa sonoridade mais hard que os anteriores. Seguindo a mesma linha, “Rocket Ride” foi lançado no ano seguinte, quando a banda esteve mais uma vez em terras tupiniquins. O show foi gravado para um futuro lançamento em DVD.

Informaçoes Do Mundo Metal(whiplash)


A (banda) Kamelot foi convidada a aderir à lista de www.royalartistclub.com (powered by Nokia), onde artistas internacionais oferecem um vislumbre de seu cotidiano aos fãs.
Royal Artist Club é um blog móvel onde os membros da banda podem enviar vídeos e imagens através dos seus celulares. Você pode comentar no blog e até mesmo sugerir idéias para os artistas!
"Estamos extremamente satisfeitos por juntar-nos à Nokia e ao Royal Artist Club. Esperamos muitos grandes momentos na estrada, no estúdio, e nos bastidores e todos os nossos amigos poderão acompanhar", diz o guitarrista do KAMELOT, Thomas Youngblood.
Para acessar o blog clique no link:
www.royalartistclub.com/kamelot.




Entrvista Edu Falaschi(Para Nos Pensarmos)
A ALMAH está lançando seu segundo trabalho de estúdio, "Fragile Equality", que vem sendo muito bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público. O grupo chegou recentemente do Nordeste onde fez a turnê de lançamento do álbum “Fragile Equality”. Segundo o vocalista Edu Falaschi, eles tiveram uma excelente resposta do público e consideram o Nordeste a “fortaleza do metal nacional”.
O Novo Metal conversou com ele sobre o lançamento do disco, a turnê nacional e os planos de uma tour internacional, entre outros assuntos. Confira alguns trechos abaixo:
Novo Metal: Você está cantando muito mais à vontade nesse álbum, de uma forma mais agressiva, e essa é uma das características mais comentadas em reviews e entrevistas, sempre de forma muito positiva. Como está sendo esse reconhecimento para você? Você acha que poderá manter essa linha vocal no Angra?
Edu Falaschi: "É verdade, como no Symbols, onde eu era bem mais agressivo na maneira de cantar. O
Angra tem muitas características marcantes, não sei se tem muito sentido cantar muito agressivo. Eu tenho plena liberdade para cantar como eu decidir, mas eu mesmo penso que no Angra eu devo cantar mais limpo no geral".
Novo Metal: Na época do lançamento do primeiro álbum, você declarou que tinha aproveitado o material que não poderia ser usado no Angra. Como funciona o processo de escolha do material que entrará no disco e como a banda lida com isso internamente?
Edu Falaschi: "São músicas que eu compus na época de criação dos álbuns do Angra, eu componho muito e sempre. E em diversos estilos, às vezes. Então as que eu achava fora do
Angra eu segurei e usei depois. Não é que os caras do Angra não quisessem, eu mesmo já as separei. Eu já compus mais de 100 músicas na minha carreira e 47 delas já foram lançadas em discos".
Novo Metal: Há alguns meses atrás, o baixista Felipe Andreoli publicou em seu blog sua indignação com relação a alguns fãs brasileiros de heavy metal que alimentam rivalidades entre bandas e fazem comentários contra o sucesso dos “concorrentes”, fazendo com que o sentimento de desunião aumente. O que você tem a dizer sobre isso?
Edu Falaschi: "Isso é um lixo que praticamente só existe no Brasil. É por isso que o metal nacional está praticamente morto, quase sem lugares para tocar, quase sem contratantes profissionais do Rock, quase sem público para as grandes bandas nacionais, que são muito boas, profissionais e talentosas. A culpa, em grande parte, é dos fãs e 'orkuteiros' de plantão, a escória da humanidade. A culpa também é das bandas por serem tão individualistas, mas fazer o quê? O brasileiro é assim em sua essência".

Angra Biografia


Por Mário Augusto O. Del Nunzio
A banda
Angra foi formada em 1992 com o vocalista e tecladista André Matos (ex-Viper, banda com que gravou os discos Soldiers Of Sunrise e Theatre Of Fate - curiosamente, no começo Angra era conhecida como "a banda do ex-vocalista do Viper), o guitarrista Rafael Bittencourt e o baixista Luís Mariutti. Antes de Kiko Loureiro entrar na banda, eles tiveram dois outros guitarristas, André Luís Linhares Bastos (depois na banda Twilight) e André Hernandes. O baterista original era Marco Antunes.
A palavra "Angra" significa "Deusa do Fogo". Já com Kiko na banda, ainda em 1992 foi gravada a primeira e única Demo Tape da banda, "Reaching Horizons", que foi muito bem aceita e recebeu ótimas críticas.
Em 1993 o baterista Ricardo Confessori, ex-Korzus, entrou na banda. Nesse mesmo ano foi gravado o primeiro disco, "Angels Cry". A gravação foi feita na Alemanha e Confessori não tocou nele (a bateria no disco ficou a cargo de Alex Holzwarth, da banda Siefes Even, exceto na música "Wuthering Heights", onde quem tocou bateria foi Thomas Nack, do Gamma Ray). O disco ainda conta com participações especiais de Sascha Paeth (Heavens Gate), Kai Hansen e Dirk Schlachter (Gamma Ray). Vendeu aproximadamente 100.000 cópias no Japão, recebendo disco de ouro, e também foi muito bem aceito em vários países da Europa e na América do Sul.
A banda tocou em 1994 no Monsters Of Rock brasileiro, ao lado de bandas como Black Sabbath,
Kiss e Slayer. No Japão foi lançado um single da música "Evil Warning", contendo novas versões de "Angels Cry", "Carry On" e "Evil Warning" e uma versão editada de "Wuthering Heights".
Em 1995 a banda fez uma série de 11 shows em 5 países da Europa. O guitarrista Kiko Loureiro e o baixista Luís Mariutti lançaram vídeo aulas nas séries Rock Guitar e Rock Bass.
Em 1996 foi lançado o segundo disco de estúdio da banda, "Holy Land". Esse disco traz uma sonoridade bastante original, mesclando o metal melódico classicamente influenciado do primeiro disco com sonoridades tipicamente brasileiras, inclusive com citações de compositores brasileiros, como no solo de flauta de "Carolina IV", cuja melodia é de Hermeto Pascoal. O disco foi lançado simultaneamente na Europa, Japão e América do Sul. As edições francesa, alemã e japonesa tinham alguns atrativos especiais: nas primeiras 8.000 cópias francesas havia um cd bônus com as músicas "Angels Cry", "Never Understand" e "Chega De Saudade" (de Tom Jobim) gravadas ao vivo num show acústico; a edição japonesa traz uma música bônus, "Queen Of The Night"; na Alemanha foi lançada uma edição limitada de 3.000 cópias trazendo o cd bônus da edição francesa e a música bônus da versão japonesa. O disco recebeu novamente disco de ouro no Japão.
A banda fez uma nova turnê pela Europa, agora com mais de vinte shows, ao lado das bandas Virgin Steele e Superior. No Brasil fez shows "sold out" em São Paulo, no Palace, tocaram para 9.000 pessoas em Santo André, e fizeram vários outros grandes shows. Também abriram para o
AC/DC em São Paulo, para cerca de 40.000 pessoas.
Ainda em 1996 a banda lançou o EP "Freedom Call", com uma música inédita (a faixa-título) e algumas outras coisas interessantes para os fãs da banda: novas versões de "Queen Of The Night" e "Reaching Horizons" (da demo tape da banda), "Stand Away" (do Angels Cry) numa versão orquestrada e "Deep Blue" do Holy Land numa versão editada. Além disso,o EP tem o ótimo cover de "Painkiller" do Judas Priest, gravado para um tributo à banda onde o
Angra participou ao lado de bandas como Iced Earth, Blind Guardian, Gamma Ray, Stratovarius, Skyclad, Kreator, Overkill, etc. O clip de "Make Believe", do Holy Land, alcançou o 2o lugar na parada da MTV Brasil, dividindo posições com bandas como Metallica e U2.
No fim da Holy Tour o
Angra fez seus primeiros shows no Japão, em Nagoya, Tóquio e Osaka. Depois disso o ainda fez vinte shows na Europa, sendo treze apenas na França. Também participaram de um festival em Milão, na Itália, ao lado das bandas Manowar, Rage, Grave Digger, Time Machine, Eldritch e Moonspell.
Em 1997 foi lançado um novo EP, agora ao vivo, chamado "Holy Live", gravado em um show na França e trazendo alguns dos clássicos da banda, "Nothing To Say", "Z.I.T.O.", "Carolina IV" e "Carry On", além das introduções "Crossing" e "Unfinished Allegro".
Em setembro de 1998 a banda lançou "Fireworks". Antes do lançamento do disco foi lançado um single da música "Lisbon", com uma versão acústica de "Make Believe" e "Angels Cry" na versão da demo "Reaching Horizons". O disco "Fireworks" não trazia as características rítmicas e melódicas brasileiras presentes no "Holy Land", sendo um disco mais direto e agressivo que o anterior.
Durante a turnê do álbum "Fireworks", problemas de relacionamento se agravaram, o que resultou na saída de André Matos, Luís Mariutti e Ricardo Confessori. Ainda em 2001 veio a notícia de que o
Angra tinha três novos músicos: Eduardo Falaschi (que veio do Symbols), Felipe Andreoli (ex-Karma e DiAnno) e Aquiles Priester (Hangar, também tocou no projeto "Nomad", do Paul Di'Anno).
Depois de estabilizada a nova formação, entraram em estúdio para gravar "Rebirth". Críticas positivas referentes a esse álbum saíram no mundo inteiro. Em menos de 45 dias do lançamento já haviam ganho o disco de ouro no Brasil.
Depois de encerrada a turnê nacional de "Rebirth", entraram em estúdio para gravar o mini-álbum "Hunters and Prey", que foi lançado em meados de 2002. Depois de gravado o mini-álbum, partem em turnê pela Europa, fazendo 25 shows passando por vários países. Em junho de 2002, pela primeira vez a nova formação foi tocar no Japão. Neste mesmo ano, Fábio Laguna assume os teclados, sendo efetivado como integrante oficial no ano seguinte.
No segundo semestre, a banda participa de dois dos principais festivais de verão europeus: Rock Machina, na Espanha e Wacken Open Air, na Alemanha. Em novembro se apresenta pela primeira vez nos Estados Unidos e no Canadá.
Em dezembro de 2002 é lançado o CD ao vivo e DVD “Rebirth World Tour Live In São Paulo”, cuja primeira prensagem vendeu 15 mil cópias e a primeira edição do DVD bate na casa das 10 mil cópias, se tornando o 3º DVD mais vendido no Brasil pelo site da Som Livre.
Ao mesmo tempo em que a banda se apresenta tanto no Brasil como em outros países, seus integrantes passam cada vez mais a se dedicar à realização de workshops, clínicas e aulas. Esses eventos, realizados de maneira informal e didática, fazem com que o grupo seja ainda mais respeitado em todos os locais onde se apresenta, sendo comuns, inclusive, os convites para que seus músicos visitem escolas de música durante suas turnês internacionais.
Na esteira da consagração destes eventos, são lançados alguns vídeo-aulas: Kiko Loureiro lança “Os Melhores Solos e Riffs do Angra” e “Técnica e Versatilidade”, e Felipe Andreoli edita o “Angra Bass”. Enquanto isto, Edu Falaschi grava duas músicas (“Pegasus Fantasy” e “Blue Forever”), para a versão brasileira da trilha sonora do desenho animado “Cavaleiros do Zodíaco”.
Como se não bastasse tudo isto, a banda foi um dos artistas escolhidos para comemorar os trinta anos do programa “Esporte Espetacular”, da TV Globo, tendo regravado o tema de abertura do programa em uma versão "Heavy Metal".
No segundo semestre de 2003, se iniciou o processo de composição para o novo álbum. Em dezembro, quando o produtor Dennis Ward (com o grupo desde o disco Rebirth) veio ao Brasil, foi dada a largada para uma verdadeira maratona de trabalho, iniciada com a pré-produção. A partir das várias idéias disponíveis, as melhores composições foram escolhidas para fazer parte do álbum e o grupo passou então a ensaiá-las exaustivamente, preparando-se para entrar em estúdio.
A fim de obter a atmosfera mais confortável possível, a banda decidiu por gravar a quase totalidade do disco no Brasil. Dessa forma, logo após os feriados de fim de ano, o
Angra e seu produtor entraram em estúdio para trabalhar por quase dois meses colocando em prática algumas idéias diferentes para otimizar o processo de gravação, como, por exemplo, gravar as partes de baixo após as bases de guitarra.
As atividades ganharam um intervalo para que Dennis retornasse à Europa para sair em turnê com sua banda, o Pink Cream 69, em março e abril, sendo retomadas posteriormente com a gravação de vozes, guitarras, teclados etc.
Como novidade, desta vez a banda chamou alguns convidados especiais para enriquecer ainda mais o disco, como Milton Nascimento, Kai Hansen (Gamma Ray), Sabine Edelsbacher (Edenbridge) e Hansi Kürsch (Blind Guardian), entre outros. Como já havia sido feito em Holy Land e no aclamado Rebirth, este é mais um trabalho conceitual com tema criado por Rafael Bittencourt e no qual as letras das músicas possuem uma forte conexão entre si.
O disco vai se chamar "Temple Of Shadows" e irá contar a história de um cavaleiro cruzador, chamado The Shadow Hunter, que, em pleno século XI, passa a questionar os ideais da Igreja Católica. Toda a saga de "The Shadow Hunter", começando com essa mudança na sua forma de pensar, passando pela criação de uma nova ordem reformadora e abrangendo os vários episódios que isso acarreta ao longo de sua vida, é contada através das músicas, sendo que cada uma delas narra um capítulo de sua história.
O álbum foi concluído em meados de julho, no estúdio House Of Audio, localizado na Alemanha, onde, sob o comando de Dennis Ward, aconteceram as gravações de voz e a mixagem. Em seguida, Kiko, Rafael e Edu foram para o Japão a fim de divulgar o disco através de entrevistas e miniapresentações acústicas.

Dicografia Rata Blanca



Rata Blanca

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Ciudad de Cacesres LiveDownload


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Entre el Cielo y el InfiernoDownload


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Rata Blanca


Por André Toral Rocker
Rata Blanca é uma banda argentina de Heavy Metal criada pelo guitarrista Walter Giardino no ano de 1987, quem com muito esforço e dedicação pelo tempo de dois anos de ensaio, conseguiu confirmar um grupo já muito reconhecido de uma excelente qualidade musical neste maravilhoso gênero. Apresentam influências nítidas de Deep-Purple, Rainbow e Led-Zeppelin. Suas letras são em espanhol, provando que este idioma também fica muito bem quando usado dentro do heavy metal.
Em 1988 apresentaram seu primeiro disco chamado apenas Rata Blanca, o qual trazia clássicos absolutos como Gente del Sur, Chico Callerejo, Solo para Amarte e outros. Em 1989 entra Hugo Bistolfi nos teclados e o excelente vocalista Saul Blanch com seus agudos limpos e altos.
Em 1990 foi lançado o segundo álbum da banda chamado Magos, Espadas y Rosas, tendo uma incrível aceitação e convertendo-se em uma das bandas mais populares de heavy metal dentro de seu país, no ano de 1991. Este álbum já contava com outro vocalista e seu nome era Adrian Barilari que seguia uma linha vocal melódica. Alguns clássicos deste álbum são La Leyenda del Hada y el Mago, El camino del Sol, Dias Duros entre outros. Também trazia músicas instrumentais que usavam elementos flamencos, demonstrando toda a técnica do guitarrista Walter Giardino que seguramente é um dos melhores da América do Sul.
Em 1992 lançaram Guerreros del Arco Iris. Este álbum trazia a banda mais entrosada do que nunca. Adrian Barilari mostrava ser um dos mais competentes vocalistas de heavy metal. Alguns de seus clássicos absolutos foram Abrazando al Rock and Roll, a faixa-título, Hombre de Hielo y Angeles de Acero.
Em 1993 soltaram mais um álbum, desta vez só com cinco músicas. El Livro Oculto trazia a banda mais pesada do que o habitual heavy clássico que vinha fazendo até então. Os destaques ficam com as excelentes Basura, Asesinos e Cuarto Poder.
Em 1994 decidem chamar Mário Ian (ex-Alakrán) para os vocais sob a vontade de transformar o som da banda mais pesado, seu vocal era agressivo e agudo (qualquer semelhança com Rob Halford é mera coincidência). Outro que entrou na banda foi Javier Retamozo nos teclados e com isso soltam no mesmo ano Entre el Cielo y el Infierno. O álbum tem uma ótima aceitação e eles tocam nos EUA e inclusive no Brasil, além de alguns países da América do Sul. Seus maiores sucessos foram En el Bajo Flores, Bajo Control, Obsesión, Jerusalén, Sin tu Amor nada Existe etc. No fim desta tour sai o espetacular vocalista Mario Ian mas a banda solta um álbum ao vivo para manter seu nome no topo.
Em 1996 sai En Vivo en Buenos Aires que trazia um show da tour de Guereros del Arco Iris e não de Entre el Cielo y el Infierno. Com isso a banda prova que ao vivo, também possui a mesma excelência do que em estúdio. Algumas músicas que compõem este álbum são Hombre de Hielo, Solo para amarte, La Leyenda del Hada y el Mago, Dias Duros, Angeles de Acero etc. Também traz a banda tocando com uma orquestra clássica no mesmo palco.
Em 1997 lançam Rata Blanca e era seu sétimo e último trabalho. Com a saída de Mario Ian, o escolhido para o vocal foi Gabriel Marian que talvez tenha sido o mais fraco vocalista da banda. Algumas poucas músicas se destacam como Madame X, Rey de la Revolución, Anarquía e Héroes. Em abril de 1998 Walter Giardino, fundador da banda, declara o fim do Rata Blanca alegando que a pouca divulgação deste último trabalho acelerou a decisão. Disse que se juntarão pelo menos uma vez por ano para fazer algum show.
Formação clássica: Adrian Barilari (vocal), Walter Giardino (guitarra), Gustavo Rowek (bateria), Sergio Berdichevsky (guitarra), Guillermo Sánchez (baixo) e Hugo Bistolfi (teclados).
Última formação (antes do fim): Gabriel Marian (vocal), Sergio Berdichevsky (guitarra), Walter Giardino (guitarra), Gustavo Rowek (bateria), Guillermo Sánchez (baixo) e Javier Retamozo (teclados).